Como um clube que sempre teve uma base tão forte pode estar na terrível condição em que o Vasco se encontra? A resposta a essa pergunta exige um olhar crítico sobre a gestão do clube ao longo dos anos.
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No Dia Internacional da Mulher, viva as mulheres. Viva o futebol feminino. Viva esse golaço, estilo escorpião, marcado pela Lizbeth Ovalla, jogadora do Tigres na vitória de sua equipe contra o Chivas Guadalajara, válida pelo Campeonato Mexicano.Uma pintura digna do Troféu Marta e do Prêmio Puskas. #PrêmioPuskas #TroféuMarta
Minha mente acostumada ao raciocínio lógico não consegue ver sentido no modo como o VAR tem sido usado no futebol, mais especificamente no Brasil. Se esta tecnologia veio para colocar fim aos erros de arbitragem que tantos prejuízos trouxeram aos clubes ao longo dos anos, que sentido faz deixar para o árbitro de campo a palavra final? Entendo que o VAR deveria ser um recurso para completar o trabalho do árbitro de campo e que o árbitro de vídeo deveria tomar para si a responsabilidade pela decisão toda vez que um lance ou jogada passasse por revisão. Uma vez acionado o VAR, a decisão final seria tomada na cabine e apenas referendada pelo árbitro no campo. Que sentido faz quando o árbitro de vídeo, depois de analisar um lance ou jogada com todos os recursos disponíveis, como congelamento de imagem, slow motion, avanço e recuo, linhas traçadas, zoom e tudo mais, devolve o abacaxi para o árbitro de campo para que ele descasque? E lá vai o pobre coitado para a lateral do campo, solitariame...
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